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Domingo, Novembro 19, 2017
   
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Evento multisensorial para surdos, aberto para o público geral Cerca de quarenta deficientes auditivos reclamaramnesta quarta-feira do mau funcionamento dos serviços públicos no País, especialmente os telefônicos. Em audiência pública realizada pela Comissão de Defesa do Consumidor para debater o atendimento que os portadores dessa deficiência recebem nos órgãos públicos, o presidente da comissão, deputado Roberto Santiago (PV-SP), anunciou que vai formar um grupo de trabalho, integrado por deputados e representantes dos deficientes auditivos, para estabelecer um diálogo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com o objetivo de buscar providências para melhorar a atenção a esse grupo.
Roberto Santiago afirmou no debate que, desde que assumiu a presidência da comissão, não ouviu das agências uma exposição satisfatória. “Não tem uma agência do governo que venha aqui com explicações razoáveis na primeira chamada. É sempre necessário dar 15 dias para que as tragam. É o que vamos fazer: chamar o presidente da Anatel para cobrar que a legislação seja cumprida”, anunciou.
O gerente-geral de Planejamento e Contratação de Obrigações da Superintendência de Universalização da Anatel, Ricardo Itonaga, apresentou as tecnologias que permitem a comunicação dos deficientes auditivos. A mais usada é o Terminal de Telecomunicação para Surdos (TTS), que funciona através de teclados adaptados ao telefone, para comunicação por banda larga. Esses terminais são instalados mediante solicitação à Anatel.
Segundo a Anatel, o numero de orelhões adaptados com teclados para surdos ainda é pequeno – são 5.423 em todo o País. Em 2003, porém, havia apenas 467. Itonaga destacou também o papel das redes sociais, que permitem a comunicação visual via internet.
Intermediação
Entre as ações desenvolvidas, o gerente-geral da Anatel citou que o plano de metas da agência prevê que as concessionárias de telefonia passem a ser obrigadas a manter centrais de intermediação, com profissionais versados em Língua Brasileira de Sinais (Libras). Um surdo que, por exemplo, for fazer uma compra em uma loja comercial, e que encontre dificuldade para se entender com o vendedor, poderá resolver o problema usando essa central de intermediação, via rede social por banda larga.
Itonaga explicou também que o Fundo para a Universalização dos Serviços de Telecomunicação (Fust) já atende 92 instituições que trabalham com os deficientes auditivos, financiando a instalação de linhas fixas de telefone e de equipamentos TTS. Segundo o gerente da Anatel, há mais recursos disponíveis do que a demanda por esses serviços.
Dificuldades
A presidente da Associação de Pais e Amigos de Deficientes Auditivos de Franca (SP), Izabel de Souza, disse que só os próprios surdos sentem na pele as enormes dificuldades que enfrentam no cotidiano, para fazer coisas simples como falar com um policial, marcar uma consulta médica ou informar-se numa repartição pública. Sobre o serviço telefônico, ela disse que o número 142 (específico para este tipo de deficiente) quase nunca está disponível, que o 0800 do consumidor surdo demora demais a atender.
Segundo Izabel, os telefones adaptados são instalados em locais impróprios, como em interiores de prédios. “O surdo tem dificuldade de acesso, porque não consegue sequer comunicar-se com o segurança de plantão”, protestou. Itonaga explicou que não dá para instalar os aparelhos na rua, porque dependem de eletricidade. Ele informou que a Anatel divulga em seu portal na internet a localização dos aparelhos, e distribui cartilhas explicativas a respeito do serviço.
A professora do Centro Universitário de Votuporanga (SP), Mariângela de Lima, defendeu que a linguagem de Libras seja disseminada, para que possa ser entendida pelos familiares e também por profissionais, como professores, policiais e servidores que trabalham no atendimento público. Para o consultor sênior da Kyron Training, Wlamir Carvalho, os órgãos públicos precisam se conscientizar sobre as leis que protegem os direitos dos surdos. A Kyron é uma empresa de consultoria e treinamento, especializada na ajuda aos sur12/09 – Seminário: “Movimento em defesa das Escolas Bilíngües para Surdos”

5o Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência

São Paulo - 5 a 16 de Outubro

Sen City - MAM 24 setembro 2011 - 17 hrs




FONTE : http://assimvivemos.com.br/programacao/
   

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Evento multisensorial para surdos, aberto para o público geral Cerca de quarenta deficientes auditivos reclamaramnesta quarta-feira do mau funcionamento dos serviços públicos no País, especialmente os telefônicos. Em audiência pública realizada pela Comissão de Defesa do Consumidor para debater o atendimento que os portadores dessa deficiência recebem nos órgãos públicos, o presidente da comissão, deputado Roberto Santiago (PV-SP), anunciou que vai formar um grupo de trabalho, integrado por deputados e representantes dos deficientes auditivos, para estabelecer um diálogo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com o objetivo de buscar providências para melhorar a atenção a esse grupo.
Roberto Santiago afirmou no debate que, desde que assumiu a presidência da comissão, não ouviu das agências uma exposição satisfatória. “Não tem uma agência do governo que venha aqui com explicações razoáveis na primeira chamada. É sempre necessário dar 15 dias para que as tragam. É o que vamos fazer: chamar o presidente da Anatel para cobrar que a legislação seja cumprida”, anunciou.
O gerente-geral de Planejamento e Contratação de Obrigações da Superintendência de Universalização da Anatel, Ricardo Itonaga, apresentou as tecnologias que permitem a comunicação dos deficientes auditivos. A mais usada é o Terminal de Telecomunicação para Surdos (TTS), que funciona através de teclados adaptados ao telefone, para comunicação por banda larga. Esses terminais são instalados mediante solicitação à Anatel.
Segundo a Anatel, o numero de orelhões adaptados com teclados para surdos ainda é pequeno – são 5.423 em todo o País. Em 2003, porém, havia apenas 467. Itonaga destacou também o papel das redes sociais, que permitem a comunicação visual via internet.
Intermediação
Entre as ações desenvolvidas, o gerente-geral da Anatel citou que o plano de metas da agência prevê que as concessionárias de telefonia passem a ser obrigadas a manter centrais de intermediação, com profissionais versados em Língua Brasileira de Sinais (Libras). Um surdo que, por exemplo, for fazer uma compra em uma loja comercial, e que encontre dificuldade para se entender com o vendedor, poderá resolver o problema usando essa central de intermediação, via rede social por banda larga.
Itonaga explicou também que o Fundo para a Universalização dos Serviços de Telecomunicação (Fust) já atende 92 instituições que trabalham com os deficientes auditivos, financiando a instalação de linhas fixas de telefone e de equipamentos TTS. Segundo o gerente da Anatel, há mais recursos disponíveis do que a demanda por esses serviços.
Dificuldades
A presidente da Associação de Pais e Amigos de Deficientes Auditivos de Franca (SP), Izabel de Souza, disse que só os próprios surdos sentem na pele as enormes dificuldades que enfrentam no cotidiano, para fazer coisas simples como falar com um policial, marcar uma consulta médica ou informar-se numa repartição pública. Sobre o serviço telefônico, ela disse que o número 142 (específico para este tipo de deficiente) quase nunca está disponível, que o 0800 do consumidor surdo demora demais a atender.
Segundo Izabel, os telefones adaptados são instalados em locais impróprios, como em interiores de prédios. “O surdo tem dificuldade de acesso, porque não consegue sequer comunicar-se com o segurança de plantão”, protestou. Itonaga explicou que não dá para instalar os aparelhos na rua, porque dependem de eletricidade. Ele informou que a Anatel divulga em seu portal na internet a localização dos aparelhos, e distribui cartilhas explicativas a respeito do serviço.
A professora do Centro Universitário de Votuporanga (SP), Mariângela de Lima, defendeu que a linguagem de Libras seja disseminada, para que possa ser entendida pelos familiares e também por profissionais, como professores, policiais e servidores que trabalham no atendimento público. Para o consultor sênior da Kyron Training, Wlamir Carvalho, os órgãos públicos precisam se conscientizar sobre as leis que protegem os direitos dos surdos. A Kyron é uma empresa de consultoria e treinamento, especializada na ajuda aos sur12/09 – Seminário: “Movimento em defesa das Escolas Bilíngües para Surdos”26 de setembro - Dia do Surdo

26 de setembro - Dia do Surdo

DIA NACIONAL DO SURDO NO BRASIL

No dia 26 de setembro, a Comunidade Surda Brasileira comemora o Dia Nacional do 

Surdo, data em que são relembradas as lutas históricas por melhores condições de vida, 
trabalho, educação, saúde, dignidade e cidadania. A Federação Mundial dos Surdos já celebra 
o Dia do Surdo internacionalmente a cada 30 de setembro. No Brasil, o dia 26 de setembro é 
celebrado devido ao fato desta data lembrar a inauguração da primeira escola para Surdos no 
país em 1857, com o nome de Instituto Nacional de Surdos Mudos do Rio de Janeiro, atual 
INES- Instituto Nacional de Educação de Surdos.

Muitos que não conhecem a historia dos Surdos no Brasil talvez se perguntem: Porque 
comemorar o Dia do Surdo?  Na verdade, temos muito que comemorar, afinal hoje as 
condições de vida das pessoas surdas é muito melhor do que antes. 

Podemos citar algumas coisas que melhoraram na vida dos surdos:

- Nossa Língua, a Libras foi oficializada, com isso acontecem grandes mudanças em 
nosso acesso à informação. Em especial, na educação, podemos hoje contar com profissionais 
habilitados a se comunicarem ou a ensinarem aos surdos em sua própria língua. Garantindo 
assim uma educação de qualidade. 
- Em muitos locais públicos já encontramos profissionais que conhecem a Libras e às 
vezes ficamos até assustados quando somos atendidos por um ouvinte que sabe um pouco 
Libras em um hospital, em um hotel, num restaurante ou em outra locais. Hoje vemos a Libras 
estampada na TV.
- Temos disponível na TV, o closed caption em novelas, telejornais, programas de 
televisão, e filmes. Um recurso que tempos atrás não tínhamos. Muitos surdos não tinham 
muito interesse em televisão. Hoje podemos ter a mesma satisfação de um ouvinte, entender o 
que se passa na TV. 
- Conseguimos usar torpedos para nos comunicar com outros surdos, isso nos  trouxe 
liberdade de comunicação também. 
- Temos a Internet que hoje facilita nosso contato. Permitindo o ensino a à distancia, e 
muitos surdos podem estudar até via Internet.
- Hoje muitos surdos estão completando o nível superior, ou faculdade. E podem 
mostrar a toda sociedade, sua capacidade para o trabalho, para educar, enfim, os surdos hoje 
são professores de crianças e jovens surdos. Empenham-se na educação e formação de 
outros surdos adultos. Antes não tínhamos professores Surdos. Mas esse número de surdos 
qualificados precisa aumentar, e nossas condições de vida  poderá ser ainda mais igualitária. 

Todas as conquistas e avanços obtidos só reforçam a importância da existência do Dia 
do Surdo, para comemorarmos o que já conseguimos e, principalmente, para lembrarmos que 
ainda temos muito que lutar frente às nossas necessidades.

Profª Drª Karin Strobel
Diretora Presidente da Feneis

   

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Evento multisensorial para surdos, aberto para o público geral Cerca de quarenta deficientes auditivos reclamaramnesta quarta-feira do mau funcionamento dos serviços públicos no País, especialmente os telefônicos. Em audiência pública realizada pela Comissão de Defesa do Consumidor para debater o atendimento que os portadores dessa deficiência recebem nos órgãos públicos, o presidente da comissão, deputado Roberto Santiago (PV-SP), anunciou que vai formar um grupo de trabalho, integrado por deputados e representantes dos deficientes auditivos, para estabelecer um diálogo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com o objetivo de buscar providências para melhorar a atenção a esse grupo.
Roberto Santiago afirmou no debate que, desde que assumiu a presidência da comissão, não ouviu das agências uma exposição satisfatória. “Não tem uma agência do governo que venha aqui com explicações razoáveis na primeira chamada. É sempre necessário dar 15 dias para que as tragam. É o que vamos fazer: chamar o presidente da Anatel para cobrar que a legislação seja cumprida”, anunciou.
O gerente-geral de Planejamento e Contratação de Obrigações da Superintendência de Universalização da Anatel, Ricardo Itonaga, apresentou as tecnologias que permitem a comunicação dos deficientes auditivos. A mais usada é o Terminal de Telecomunicação para Surdos (TTS), que funciona através de teclados adaptados ao telefone, para comunicação por banda larga. Esses terminais são instalados mediante solicitação à Anatel.
Segundo a Anatel, o numero de orelhões adaptados com teclados para surdos ainda é pequeno – são 5.423 em todo o País. Em 2003, porém, havia apenas 467. Itonaga destacou também o papel das redes sociais, que permitem a comunicação visual via internet.
Intermediação
Entre as ações desenvolvidas, o gerente-geral da Anatel citou que o plano de metas da agência prevê que as concessionárias de telefonia passem a ser obrigadas a manter centrais de intermediação, com profissionais versados em Língua Brasileira de Sinais (Libras). Um surdo que, por exemplo, for fazer uma compra em uma loja comercial, e que encontre dificuldade para se entender com o vendedor, poderá resolver o problema usando essa central de intermediação, via rede social por banda larga.
Itonaga explicou também que o Fundo para a Universalização dos Serviços de Telecomunicação (Fust) já atende 92 instituições que trabalham com os deficientes auditivos, financiando a instalação de linhas fixas de telefone e de equipamentos TTS. Segundo o gerente da Anatel, há mais recursos disponíveis do que a demanda por esses serviços.
Dificuldades
A presidente da Associação de Pais e Amigos de Deficientes Auditivos de Franca (SP), Izabel de Souza, disse que só os próprios surdos sentem na pele as enormes dificuldades que enfrentam no cotidiano, para fazer coisas simples como falar com um policial, marcar uma consulta médica ou informar-se numa repartição pública. Sobre o serviço telefônico, ela disse que o número 142 (específico para este tipo de deficiente) quase nunca está disponível, que o 0800 do consumidor surdo demora demais a atender.
Segundo Izabel, os telefones adaptados são instalados em locais impróprios, como em interiores de prédios. “O surdo tem dificuldade de acesso, porque não consegue sequer comunicar-se com o segurança de plantão”, protestou. Itonaga explicou que não dá para instalar os aparelhos na rua, porque dependem de eletricidade. Ele informou que a Anatel divulga em seu portal na internet a localização dos aparelhos, e distribui cartilhas explicativas a respeito do serviço.
A professora do Centro Universitário de Votuporanga (SP), Mariângela de Lima, defendeu que a linguagem de Libras seja disseminada, para que possa ser entendida pelos familiares e também por profissionais, como professores, policiais e servidores que trabalham no atendimento público. Para o consultor sênior da Kyron Training, Wlamir Carvalho, os órgãos públicos precisam se conscientizar sobre as leis que protegem os direitos dos surdos. A Kyron é uma empresa de consultoria e treinamento, especializada na ajuda aos sur12/09 – Seminário: “Movimento em defesa das Escolas Bilíngües para Surdos”

Sen City - MAM 24 setembro 2011 - 17 hrs

Evento multisensorial para surdos, aberto para o público geral

Sen City - MAM 24 setembro 2011 - 17 hrs

SenCity
Roterdã
São Paulo
 
Encerrando a 2º Semana Sinais na Arte, o MAM e a Skyway Foundation realizam um evento multisensorial para surdos, aberto para o público geral. Atrações musicais serão levadas para o público surdo por meio de piso vibratório, dançarinos de sinais, aroma-jóqueis, DJs e VJs, simultaneamente em São Paulo e Roterdã, com conexão interativa em tempo real.
 
24 de setembro (sábado), a partir das 17 horas
MAM - Parque do Ibirapuera, Portão 3
Lotação máxima de 800 pessoas.
Para confirmar sua presença, envie e-mail para Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Sugere-se vir de táxi
 
Realização:
Museu de Arte Moderna MAM de São Paulo
Skyway
 
Apoio:
2011 Ano Holanda Brasil

ASSISTA AO VÍDEO QUE EXPLICA A FESTA: http://www.youtube.com/watch?v=Uzl0I4g5Mqs&feature=colike
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